terça-feira, 11 de maio de 2010

Hallelujah

       Meus amigos e principalmente o Ricardo, que me desculpem, mas aqui vou eu voltar a falar sobre essa bela canção. Mas é estranho, essa música é muito linda e eu fico cada dia mais apaixonado por essa canção. Conheço ela a uns 3 anos, na voz do John Cale. A primeiro momento desprezei ela. Na verdade, eu ouvia, mal começava e desistia. Música parada chatinha.
       Não que músicas paradas sejam chatas. Músicas paradas é o seguinte: da chatisse para foda não é muito distante. Músicas paradas pra mim não fogem muito disso, ou são boas, ou são muito chatas. Talvez momentaneamente, eu ache isso, pois to ouvindo muitas delas, as ditas baladas, pelo Paulo. E ele me zoa. Se olhar na minha last.fm, vai ver que maior parte das minhas músicas favoritas são paradas.
       Enfim, ela é genial e emblemática. Leonard Cohen quando a escreveu, demorou mais de um ano. Ele tinha um caderno inteiro só com versos e estava começando a ficar maluco quando compunha, pois não conseguia chegar ao final. Tanto tempo, é justificável para quem sabe a mais bela canção de todas, apesar do Leonard achar que isso tudo é demasiado para a própria canção.
       O que me incomoda nela, é que olha para as canções que faço e não consigo mais me contentar. "Eu nunca vou conseguir compor uma música dessa magnitude"
       Eu coloco no meu pareo das melhores canções já feitas como Construção do Chico, Champagne Supernova do Oasis, Bohemian Raphsody do Queen, Free Bird do Lynyrd Skynyrd ou Hurricane do Bob Dylan. E com toda certeza no pareo das minhas canções favoritas que são I Want You do Bob Dylan, Free is a bird dos Beatles, The Boxer do Simon and Garfunkel e Cotton Fields na versão do Creedence.
      Além de toda a magnitude da música, as milhares de interpretações da música. Uma vez lendo um artigo sobre as versões que superaram as originais, lá estava ela. A versão do John Cale é a mais aclamada. Como interpretação solo gosto também do Rufus Wainwright. Ainda há diversas, até uma mulher cantou no American Idol.
      Mas particularmente, considero duas versões as melhores. A da Quebb, pra mim, com toda certeza é a melhor. Ninguém conhece essa banda, mas é uma das melhores de folk que já ouvi. A interpretação é feita com primeira parte de cada estrofe solo e a segunda em coro. O refrão em coro novamente. Tudo acompanhado por um violão. A música chega no ápice. Parecem anjos cantando, ainda mais no Hallelujah, que cada um interpreta de uma maneira. Eu sinto que quando vamos para o céu, aparece a Quebb cantando pra nós.
Download
      E depois de muita aversão, eu tenho que concordar com a Ju que a versão do Jeff Buckley é admirável. Começando com um bom dedilhado no começo e uma bom interpretação, pra mim é a que mais se diferenciou no propósito original, que é "parecer uma música de igreja". Ele cantando Hallelujah, parece um pobre homem pedindo clemência. É de se arrepiar ouvindo.
Vídeo dela

4 comentários:

Engster disse...

Hallelujah é realmente linda.

E eu conheço Quebb faz tempo! Mas a versão pra Hallelujah realmente não conhecia. E é muito boa

Entretanto, ainda considero a versão do Wainwright a melhor

Mr Bola de Cristal disse...

Conhece Quebb, pois te mostrei. Só conheço uma pessoa, que conhece Quebb e não foi por mim!

Juliane Fagotti disse...

PORRA, SALSICHA! Anjos cantando?

Mr Bola de Cristal disse...

HUAUAUAHUA; Poisé, sou crente fazer o que. PORRA, SALSICHA! É O QUE HÁ!