quarta-feira, 7 de julho de 2010

Psicólogo comportamental da População de Vice City

Hoje dirigindo um táxi, trabalhando nas ruas sujas de Vice City tive tempo de fazer uma análise comportamental de boa parcela dos estereótipos existentes na cidade.
Primeiramente, algo que me preocupou muito foi o fato de pessoas chamarem o meu táxi, para levá-los ao ponto de táxi, o qual sou dono. Não há uma explicação lógica para esse comportamento e se torna agravante, pois entre 20 passageiros que atendi, ao menos 3 solicitaram isso.
Confesso que também creio que há uma falta de diversão na cidade. Um passageiro solicitou ser levado ao estádio e por volta de três ao clube/bar de motos. Isso é normal, mas o que me assusta, é que aparentemente as pessoas andam com os carros, em ruas de duas vias, de uma via para outra. Algo que além de outras coisas como acidentes de carros, torna mais difícil o trabalho de pessoas como eu, motoristas de ambulância, carros de bombeiros, policiais, entre outros. Fora, que sempre que vejo carros mais ao longe, tenho a impressão que eles vem em marcha ré e ao me verem, começam a andar normalmente. Bem, devo estar ficando louco de tanto andar e conviver com essa sociedade.
Fora isso, os outros destinos são justificáveis.
Eu como um grande mafioso na região, tenho muitas tretas com gangues locais. Principalmente, com os haitianos. E eles tem um estranho radar de me reconhecer, indiferente do carro que guio. Eles metem bala, sem pensar ou olhar muito. É algo que está além da genética humana creio e sim ao instinto básicos do gangsters.
E encerando meu texto sobre o comportamento, observado enquanto taxista. Uma dica. Tenha um táxi listrado. Enquanto todos levam e ficam andando feito tobóias o dia inteiro com um mesmo passageiro. O listrado manda ver!

Um comentário:

locodeespecial disse...

Haitianos fazem vodu. Essa é a resposta.