quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A guitarra do Jaspion

Bom, certo dia o Popi me falou que tinha uma guitarra eletrônica. Isso abalou minha imaginação, pois eu não conseguia imaginar isso. Parecia ser algo grandioso. Ficou um mês pra mais só falando, até que certo dia ele me mostrou junto a toda a banda. Cara, é a pira mais errada e maneira do universo.

    Tipo, parece tosco? É muito mais do que isso. Poxa, ela é uma guitarra, que tem botões que se tu optar pode fazer som de outros diversos instrumentos e ainda regular a intensidade disso. E mais, tu escolhe ritmos básicos e manda bala. Bom, isso foi a minha resposta a Carline que falou que seria bom uma guitarra que tocasse direto. ELA FAZ ISSO! Além de poder ser ligada a um amplificador. O único problema é daqueles iténs que não emplacaram.
    Isso é pra ser uma propaganda pra tentar vender a guitarra do Popi? Não, isso é uma boa história da minha vida e a história de um itém mítico. Eu quando a vi falei pros Popi: "Porra, isso é a guitarra do Jaspion".

EDIT: Tive que postar isso que o Dedo(@guigatrojan) postou no seu twitter.

Anatidaefokiller

Estás na mão, meu último curta-metragem. Feito em parceria com o Paulo, Nathan e o Ector. Participação especial da Andrieli. E agradecimento especial ao Emilio que emprestou a casa e seu RedLabel

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Filmes e contadores de história.

   Desde que parei de trampar de manhã, fiquei um tempo tendo aulas teóricas da carteira de motorista. Tudo isso acabou Quinta-feira passada. Desde lá, estou vendo filmes. Um por dia. Eu estava me sentindo impotente no assunto. Todo mundo falava de bons filmes, eu tenho uma grande lista e nunca podia vê-los. Isso me deixava meio deprimido, principalmente falando com a Ju, Thaise, Emilio e até o Ariel, nos tempos do colégio e o Ricardo, que quando milagrosamente converso onlaine, sempre sai algo.
   E lá fui eu. Filmes tem uma aura sem tamanho pra mim. Todo mundo fala dos livros, que são geniais, pois deixam espaço para imaginação. Eu gosto de livros e respeito a opnião, mas filmes são minha sina. Eu não gosto de imaginar histórias, eu gosto de senti-las. Acho que o filme proporciona melhor isso. E sim, filmes também deixam espaço para imaginação.
   E independente de ser livro ou filme, os caras mais filhas da puta que existem são contadores de histórias, pois eles fazem tu querer sair da realidade.
   Domingo pra segunda(retrasada). Vi um estranho no ninho. Estava louco pra vê-lo desde que comprei. E essa ansia não foi decepcionada por um bom filme que mostra um reflexo sobre conceitos de insanidade de forma leve e bem humorada. Jack Nicholson com toda a certeza, rouba muita atenção com sua atuação, como sempre (exeto em o Iluminado, que o piazinho atua melhor que ele, na minha opnião). Até acho que o filme mostra que louco é quem não enfrenta seus problemas e assim fica louco. Tem razão. Tem a ver com meu momento, que estou em meio a um conflito existencial, de certo modo e preocupado se tenho síndrome de Tourette.
   Quinta pra sexta. Apenas o Fim. É um romance brasileiro, muito bom. Filmado na PUC do Rio de Janeiro, mostra um casal jovem, onde a moça um dia decide ir embora. Ela avisa o rapaz e que eles tem 1 hora, até ela partir. O filme praticamente se passa em tempo real, pois tem 1h e 20 minutos. E há poucas tomas fora dessa conversa, sobre onde ele "errou", porque ir embora, se vão voltar a se encontrar. Pode parecer bem clichê e patético, mas eu achei genial. É o tipo de filme que tu assiste, ele te esmaga teus sentimentos e tu sai tipo, "caralho, que porra genial". Vale a pena. Para o cinema brasileiro, ele é até um avanço. Pois além de fugir do assuntos social, ele tem um estilo de filmagem mais aberto e que soa independente. Ah, fora todas referências "cult-nerds" nele.
   Sexta pra sábado.  Donnie Darko. Acho que é um drama. Com toda a certeza, está entre meus filmes favoritos, desde o momento. Estava parado no computador, desde que o Ricardo me deixou em fevereiro na visita dele e do Ariel. Na época a legenda não encaixava e deixei meio de canto. Mas nesses dias me deu vontade de vê-lo e tive. Procurei uma boa legenda e fui. Cara, é sensacional. Ele é muito rico em detalhes. O escritor colocou e literalmente viajou na sua história detalhes que soam geniais no enredo, que lhe faz pensar 20 ou 30 vezes, e não conseguir captar todos. É como o Emilio disse: "Não sei como toparam fazer um filme com um roteiro desses";

   Segunda pra terça. Dragão Vermelho. Hannibal é uma série que tenho que ver, mas sempre me esqueço. Esse filme mesmo, só assisti porque foi passado pelo professor de Psicologia e não conseguimos terminar, que além de prender minha atenção para ver o fim, também deixou um trabalho. É um bom filme, não achei o genial nem nada do tipo, mas é muito bom. Ainda mais analisando como o professor pediu, tem até muito se apreender.
   Terça pra quarta. High Fidelity. Lembro desse filme de pequeno. Já tive oportunidade de vê-lo, mas o via passando na tv eu trocava de canal. Ainda bem, eu não entenderia-o na época, correndo o risco de interpretá-lo como um filme bobo. É ao contrário. Em boa parte do filme achei que aquele filme, era o meu filme. Só que de forma indireta. Tudo que o personagem principal vive e conta, remete-me a mim. Não exatamente igual, mas remete. Eu ainda não li os livros do Nick Horby, mas cada vez tenho mais interesse, pois Grande Garoto e High Fidelity, dão vontade de conhecer tal sujeito que parece realmente entender como o mundo é. Se bem que não consigo imagina como é o High Fidelity escrito. Ele parece ter sido feito para o cinema. E para os atores. John Cusack, até soa meio estranho jovem. Ele não tem cara de ter sido um punk antigamente. Mas Jack Black, parece estar atuando um papel que é ele mesmo e o outro atendente da loja também. Confesso que ele me lembrou o Celso Neto, só que mais estereotipado, HAHA.
    Hoje pra amanhã. Hora de Voltar. É um filme que quero ver a certo tempo. O trailer que vi dá muita vontade, mas nunca achei-o em locadoras e sempre esquecia de baixá-lo. Estava me esquecendo, até ver no Arapongasmotorclub. Não me serviu o link deles, mas sim para me lembrar.

    Depois de hoje. Ainda não sei ao certo, mas há vários filmes já baixados e outras para baixar. Os baixados são L'elefant, Elephant(é outro filme), Wayne's World, 500 Dias com Ela (pelo nome nem baixaria, mas me falaram muito bem e várias pessoas)....

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Meus Bródis - Parte 6 - Pela Juh e Emilio

Poxa vida, começaram a fazer uma lista com pessoas parecidas e eu fui continuando, caraca, já tem 21 uma pessoas parecidas comigas. Aos poucos vou colocando-as aqui. Pra agilizar o processo, farei post com histórias curtas, incluindo dois ou três. Nesse post, vou mandar os que o Emilio e a Juh, dizem que eu pareço. Comecemos:

O Emilio tirou uma foto no psicodália de um maluco, saiu mostrando geral pro pessoal que veio conosco. Lembro-me de ter mostrado a mim, porém nem lembrava mais.(nesse momento estou esperando a foto, pra ver e comentar mais). Pronto. Puta merda, o cara é parecido mesmo. Até meio narigudo, como eu.


Num dos tópicos da lista começada pelo Emilio tem um itém: "11- Lá em curitiba eu e a juh vimos um cara igual ele, magro alto, cabelo igual. (num show)". Nada a comentar, pois não há fotos, mais uma história banal sobre pessoas parecidas comigos.

Quando conheci Rooney, logo mandei o som pra Juh. Ela respondeu "tu só curte o som, porque o vocalista é parecido contigo":


Lindo dia, a Juh veio no msn, ou estavamos conversando e ela disse que eu era parecido com o Jake do Two and a Half Man. Não é uma história emocionante, mas não menos importante.





Se bem que quando molequinho na série ele parece com o Gutinho. O Gutinho é outra pessoa que deveria ser feito uma lista de "irmãos do gutinho".

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Pastor Marcos te ajuda: Gente pior que você

Olá irmãos.
Se você acha que é uma pessoa ruim e que sua vida vai mal, pense:

Há gente que pratica Necrofilia

E se você pratica isso, pense que há gente muito pior que você que pratica Necrozoofilia.

Caso, tu pratique isso também, pense que há gente que pratica Necrozoopedofilia.

E se tu faz isso.. bom, não há gente pior que vocês.

Aleluia

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Loquinho da pia

Como prometido vou falar sobre tomar coca na pia. Na verdade é na estante de casa. Vou contar a origem e a pira.                                                                                
  
A dita estante
      Quando era criança, lá pelos meus 12 anos estava eu e um primo abrindo uma coca de vidro e enxendo os copos, quando caiu um bom tanto na estante da cozinha. Ela é feita de algum tipo de metal, que tenho que descobrir qual é. Enfim, para não desperdiçar coca, lá fui eu tomar coca naquele estilo limpador de comida dos teletubies (a única coisa legal que tinha nos teletubies). Tomei, e putamerda, é muito bom. Eu não sei explicar, dá um gosto muito refrescante. O sistema é quase como tomar água da latinha, mas muito melhor. Falei pro meu primo, ele tomou também. Achou o mesmo. Dae depois disso, foi-se o dia tomando dessa forma. Todo mundo me zoa de louco por isso, mas na fé. É muito bom.
                                                      

Complemento:
Ricardo colaborou com uma simulação gráfica do assunto.      
                                         

Não faço nada, mas nas horas vagas crio sindromes

    Que eu sou um completo vadio, acho que todo mundo já sabe. Porém, o fato curioso sobre mim, é que sou viciado em criar síndromes. É, na verdade, tenho uma pira de categorizar as coisas e sou viciado em criar nome pras coisas. Se você já viu o nome das Síndromes, verá que elas não tem nomes legais, geralmente. Então numa união de poderes que me foram concedidos pelo castelo de Grayskull, crio elas.
     Essa pira vem desde que ouvi falar da síndrome do sotaque estrangeiro. Achei engraçado o nome, soa trasheira assim como a "doença". Bom, o que acontece: O cara acorda certo dia falando em um sotaque de uma língua qualquer, que ele pode até não ter aprendido uma palavra dela, e fica assim. É como o Ricardo diria "é o tipo de doença que eu gostaria de ter". Eu acho que ele falou isso. Se não, superei o mestre!
    As síndromes que eu crio, não são lá muito empolgantes. Tem nomes diferentes, mas que também não são o bicho. Eu quis postar uma enfim, que merecia um post só pra ela. É uma boa síndrome. Enfim, vai-lá:


Síndrome de Amélie Poulain: Das poucas síndromes que lembro, pois muitas saem espontâneamente(ou bebendo) e não lembro. Enfim, essa é a mais bonita. Eu acho, ao menos. Todo mundo sofre dele. Talvez, seja um complexo de Amélie poulain, quem sabe.
Em uma das mais lindas cenas audiovisuais que já vi, o narrador fala: "Essa é Amélie Poulain, (apresenta coisas sobre ela) ... e se sente bem colocando a mão dentro de sacos de ração". Pronto. Lindo. Soa maluquisse, mas todo mundo tem essas peculiaridades. Eu sou fã de comer fandangos, não pelo gosto, mas ele dá uma sensação inesplicável nas gengivas. Ou tomar coca na pia (explico no próximo post). Todas são maluquisses particulares, a maioria não aceita ou não admite tê-las em público, por medo de ser zoado. Eu acho bacana pra caralho e engraçado, quando me contam suas piras.
Estado mental do paciente que sofre da síndrome: Normal


Algumas outras síndromes:

Síndrome Jimmy Page: É insuportável, ficar perto de pessoas que a sofrem. Quase todos os guitarristas sofrem dela. É a chatisse de ficar horas e horas solando, achando que tá sendo foda e que tá abalando. NÃO, VOCÊ NÃO ESTÁ ABALANDO! Na verdade, tem caras como o Éctor que piram nisso, o que demonstram sofrerem de distúrbios mentais.
Estado mental do paciente que sofre da síndrome: Chato, muito chato.


Síndrome do Éctor: Pagar pau pra pessoas que sofrem da síndrome do Jimmy Page.
Estado mental do paciente que sofre da síndrome: Grave.


Síndrome da intercepção de chamada: Isso me deixa louco. Sempre que to ligando pra alguém e o tá chamando e vejo alguém pegando o telefone pra atender ou outro telefone tocando, não sei porque, eu acho que alguém errei o número e to ligando pra essa pessoa. É muita demência minha, eu sei, mas é o que eu sinto.




Se lembrar de mais alguma.
Aquele abraço e cuidem com o papai noel no milho










segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Nós crescemos, a infância fica

Ontem vi novamente, o Forrest Gump. Grande filme, acho que o com a história mais bonita, que já vi. Divide espaço com o da Amelie Poulain. Forrest, muitas vezes tratado como idiota, o que não é verdade, pois sua mãe sempre diz que: "idiota é quem faz idiotisse" e fazendo, sempre tudo do jeito que sua mãe, Jenny, Bubba e Tenente Dan lhe falaram, ele evita de ser idiota. Isso lembra-me, que há coisas que nos falam e marcam, e independente de certo ou errado, ou de que o tempo passa, elas ficam. Eu me vejo nisso, em muitos aspectos.
    "Amar o próximo", algo que ouvi quando era criança a todo momento, na igreja, na doutrina, escoteiro, a minha vó. Hoje, não tenho ligação com religião, mas isso é o que eu levo muito do tempo que eu era luterano. No ensino médio, um professor veio falar que estava me preocupando demais com outros e por isso estava indo mal nas matérias. Achei meio besta isso, na época e não mudei em nada.
     No fim de semana, conversando com uma guria ela falou que lembraria meu nome, por ter um amigo chamado Marcus, que é meu amigo também. Ele é meu amigo, e isso não muda, mas eu tenho uma bira com o nome "Marcus" ou de me chamarem assim. Quando eu era criança, sempre me chamavam assim, pra me zoar. Eu nunca entendi direito o que era, mas imaginava que seria algo relacionado a "gay", que eu não sabia exato na época o que era, mas tinha um pia na escola que todo mundo falava que era "gay", e o nome dele era Marcus, o que fazia não parecer ser boa coisa. Ou se quando é criança tu trata palavras como "Cu", como algo muito engraçado. Cu é algo obscuro.
    Deixe eu me lembrar de outra coisa, pra parecer que escrevo bastante. (Pausa e eu realmente, estou pensando);
    Olha, eu realmente, não lembro de algo específico, mas vou falar de algo que tem acontecido muito ultimamente. Eu tenho visto, que muitas coisas que o Ricardo e o Ariel falavam e eu levava meio na zoeira, acho que eles também, hoje se tornam verdades. Eu só gostaria dizer, que eles são os meus amigos que mais tem razão e lamento, não ter aproveitado esse conhecimento com eles. Mas que se foda, eu não me arrependo de ter tomado coca com eles, invés disso.

Enfim, acaba.

"Eu não sou um homem esperto, mas eu sei o que o amor é" Forrest Gump. Acho que é uma das frases mais marcantes do filme