segunda-feira, 28 de março de 2011

Porra, eu coreografei isso...

Me deparei novamente com um vídeo que já vi várias vezes no passado. Gravado em 2008, no show de calouros do ano, foi feito por idéia da "gang do pc", colegas nerds e loucos(e católicos, pra falar do Nico) que queriam dançar macho man. Faltava gente, convidaram a mim e o parudo. Parudo topou, eu... bom, eu ajudei a coreografar. Ou seja, olhar o vídeo e ver o que eles tinham que fazer e nas horas de musculação do clipe, falar para eles fazer qualquer coisa, mas organizei para eles dançarem uniformes, como você pode ver no vídeo.



Bons tempos aqueles. Só pra acrescentar vou colocar uma foto do Nico dançando macarena, demonstrando sua apresentação no Garoto IEI.

sábado, 26 de março de 2011

Mal de familia

Eu e confetti, sempre ficamos discutimos sobre as piores coisas dentro do Star Wars. Chegamos uma conclusão importante e idiota: Skywalkers tem uma doença hereditária. Nem passa despercebido tal fato, mas acho que nunca é ligado que ambos perdem a mão. É idiota, mas detalhe que me pergunto, "porque os dois tem que perder as mãos; tá, é um risco ocorrido quando se tem sabres de luz, mas porra, pq?"

Texto de merda, te odeio

Marcos Henrique diz:
 opa
Engster diz:
 opa
 tranquilo?
Marcos Henrique diz:
 no momento meio inquieto com uma parada
 nada tenso, mas me fez pensar um pouco
 sobre o projeto de cinema


    Assim começa, para mim, uma das mais importantes conversas que já tive sobre cultura, pensamento livre, insanidade, relacionamentos e diversas coisas. Ariel, é figura carimbada aqui, porque sei que é uma pessoa, que por mais diferente de mim, respeita minha opinião, loucura; só é desrespeitoso somente meu gosto pela coca-cola. que é recíproco, pelo não gosto dele.
   Achei que daria um bom texto escrever sobre a conversa, mas não consigo sintetizar. Pontos importantes dela é que a sociedade que crê ser diferente é conformista sem perceber. Não assistir globo, curtir Led Zeppelin e gostar de Quentin Tarantino, não significa que você esteja fora da massa. A análise crítica, é algo fundamental que falta a todos, é inibido naturalmente por medo de parecer chato ou louco, diante da sociedade.
     Isso lembra-me a teoria crítica (acabei de ler em um livro, para um trabalho, mas já conhecia). A inteligência já era considerada a análise das ciências sociais, dos fenômenos, dados, estatísticas. A teoria crítica era silenciosa, e estava acima, querendo que a ciência social confrontasse a sociedade, para assumir sua real função.

Observação: Porra, esse texto ficou uma bosta e confuso;