sábado, 26 de março de 2011

Texto de merda, te odeio

Marcos Henrique diz:
 opa
Engster diz:
 opa
 tranquilo?
Marcos Henrique diz:
 no momento meio inquieto com uma parada
 nada tenso, mas me fez pensar um pouco
 sobre o projeto de cinema


    Assim começa, para mim, uma das mais importantes conversas que já tive sobre cultura, pensamento livre, insanidade, relacionamentos e diversas coisas. Ariel, é figura carimbada aqui, porque sei que é uma pessoa, que por mais diferente de mim, respeita minha opinião, loucura; só é desrespeitoso somente meu gosto pela coca-cola. que é recíproco, pelo não gosto dele.
   Achei que daria um bom texto escrever sobre a conversa, mas não consigo sintetizar. Pontos importantes dela é que a sociedade que crê ser diferente é conformista sem perceber. Não assistir globo, curtir Led Zeppelin e gostar de Quentin Tarantino, não significa que você esteja fora da massa. A análise crítica, é algo fundamental que falta a todos, é inibido naturalmente por medo de parecer chato ou louco, diante da sociedade.
     Isso lembra-me a teoria crítica (acabei de ler em um livro, para um trabalho, mas já conhecia). A inteligência já era considerada a análise das ciências sociais, dos fenômenos, dados, estatísticas. A teoria crítica era silenciosa, e estava acima, querendo que a ciência social confrontasse a sociedade, para assumir sua real função.

Observação: Porra, esse texto ficou uma bosta e confuso;

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