terça-feira, 28 de junho de 2011

Dublagem

Para quem assim como eu, queria ser dublador e admira essa profissão


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Blogo porque preciso, relembro porque te amo

 
     Memória fotográfica. O que tu se lembra de cada momento que viveu? Sua namorada, que cara ela fazia que você adorava? O caminho de volta pra casa? O céu de cada noite?
     São algumas coisas que lembro de uma última namorada; Re-lembro, pois assisti "Viajo porque preciso, volto porque te amo". O filme é a memória fotográfica, literalmente, de um geólogo que tenta buscar em uma viagem de trabalho o esquecimento da antiga amada. Com uma câmera fotográfica, mais uma super 8 e uma câmera digital, como ele mesmo relata, registra essa viagem, em primeira pessoa, narrando seus pensamentos e anotações do trabalho. Poucos filmes relatam tão profundamente a visão de um homem. Esse, tipicamente nordestino, narra com jargões populares, sotaque e pensamentos arretados, sobre tudo que o cerca e tudo que ele quer esquecer.
     Não é fácil esquecer alguém quando se está em tédio. E tu sente na pele o que é isso. É você lá vivendo essa memória fotográfica.

     Com ritmo da narrativa bem lento, não desamine e insulte o filme em primeiro momento. É um filme experimental, que utiliza sobras de filmagens de um documentário dos anos 90, com imagens de 4 estados do nordeste. Junto com algumas filmagens atuais. Genial é a montagem dele.

     Sem personagens "cools", sem uma trilha bonitinha; O retrato de um nordestino nunca foi tão bonito, embalado por "morango do nordeste" e "dois".

terça-feira, 7 de junho de 2011

Apenas uma vez

Poxa, são 2:41 da madrugada. Poucas coisas acontecem. A mensagem do Celso pedindo meu celular; Emilio enviando Mr Jones; O vento; E o sentimento de ter visto um dos filmes mais bonitos de todos.
Não sei dizer se é clichê, piegas ou qualquer adjetivo ruim que estampe críticas populares sobre um romance. Não sei nem se é realmente um romance. É real, eu diria. Como nos trabalhamos a música para lidar de nossos amores; como rejeitamos nossos amores pela amizade de algumas pessoas;
Até mesmo a produção torna real. Câmera tremida, nenhum super-efeitos e as más atuações. É tipo as VHS dá sua mãe, mas bem pensadas. Sem ofensas ao diretor e toda equipe, mas porra, é isso. E é genial!
Não estou nos melhores dias, talvez por isso o mimimi. Mas é foda ver um filme que reflita muito sobre você. Pensando melhor, é tipo o VHS com imagens da minha (ou sua vida). E com as canções que não consegui terminar.
E ao final do filme, vem a lágrima que tu esperou que iria soltar em algum momento de emoção durante o filme.


P.S. Tá uma merda, mas se deixar pra amanhã, não postarei.
P.P.S Porra, ainda é filmado na Irlanda, quer algo mais bonito que isso? Aquela grama verde. Aquele mar frio e negro.